Estudo sobre embalagens aponta despreparo

Dezembro 12th, 2007 de Lorenzo Mendoza

Li hoje de manhã essa nota no Meio e Mensagem:

Atualmente o mercado nacional de embalagens movimenta cerca de R$ 30 bilhões por ano e esta importante ferramenta de marketing é reconhecida por muitos especialistas como um dos principais veículos de comunicação entre a marca e o consumidor. Para analisar o desempenho das empresas neste quesito, o Núcleo de Estudos da Embalagem - pioneiro na América Latina - com o apoio da Associação Brasileira de Embalagem (Abre), das empresas Fispal, Henkel e patrocínio da Owens Illinois, realizou nesta terça-feira, 11, o I Fórum Nacional de Gestão Estratégica da Embalagem que revelou resultados do I Diagnóstico da Gestão da Embalagem nas Empresas.

Uma das principais conclusões do estudo é a ausência de visão estratégica das empresas nacionais em relação à gestão da embalagem. Segundo Paulo Carramenha, diretor-presidente da GFK Indicator, o estudo aponta, por exemplo, que apenas 150 das 500 empresas contatadas têm um profissional responsável apenas por embalagens e, deste total, apenas 41% são pós-graduados na área. ?Os gestores de embalagem possuem ótimos níveis de graduação, porém, não muito relacionado ao marketing?, afirma.

Fiquei com essa idéia na cabeça… “Será mesmo que nossas embalagens são mal feitas, sem acompanhamento de alguém que tem pós-graduação?”

Foi então que fui à padaria, buscando nas geladeiras encontro o novo sabor da FeelGood. O chá branco.

Mas que porra é chá branco voce se pergunta…

Então voce vai atrás da embalagem, buscando uma leve descrição ou tenta decifrar os símbolos de flores que aparecem.

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Então caiu a ficha. Não sabemos fazer uma embalagem, não temos pessoas preparadas, capazes de se colocar no lugar de um consumidor e entender como ele pensaria.

Isso pra não falar de inúmeras outras cagadas, como um fabricante chamado Philips que tem como slogan “Sense and Simplicity”, onde para ter mais contato com seu público utilizam uma cantora de axé (Ivete) cantando algo que para mais da metade da população não tem o menos significado.

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